![]() Claud e a maravilhosa terra das canções 07-03-2010 Quatro anos após a edição do álbum de estreia, ‘ConTradições’, Claud está de regresso aos discos com ‘Pensamento’, um álbum que volta a colocar a tónica na palavra e no instrumento. Porque o facto de um objecto nascer quadrado não significa que tenha de ser sempre quadrado e porque o som mais puro de um tambor pode tornar-se quase irreconhecível, Claud faz do seu novo disco um verdadeiro hino à melodia, ao som e ao instrumento. Adufes, ‘caixas de guerras’, bombos, tambores, maracas, cavaquinho, viola braguesa, gaita de foles irlandesa, berimbau de boca, ‘tarota’ e muito mais instrumentos fazem do novo disco de Claud um desafio ao universo interpretativo de todos nós. À boleia das novas tecnologias. E é a semear pensamentos que se colhe as canções de ‘Pensamento’, um disco que, segundo Claud, até esteve para ser mais conceptual: 'O problema é que ainda não consegui abandonar algumas coisas de que gosto muito. Para este disco ainda senti necessidade de escolher temas de pessoas de quem ainda gosto muito.' Entre eles estão temas de Sérgio Godinho, Jorge Palma, Milton Nascimento ou Trovante. Nascida em 1972 no Barreiro, Cláudia Antunes começou no grupo Almaleme, no qual conheceu Paulo Cavaco, aquele que é hoje o grande cúmplice da sua carreira a solo. O nome Claud foi-lhe sugerido por um sobrinho de oito anos: 'Cláudia Antunes não funcionava e um dia o meu sobrinho deu-me essa sugestão.' | ||
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